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PROGRAMAÇÃO: Janeiro 2017

Filme
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Corneliu Porumboiu

Filme
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John Boorman

Filme
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19
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Paul Verhoeven
* TRAZ OUTRO AMIGO TAMBÉM

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Hiromasa Yonebayashi


Close-up – Observatório de Cinema

Filme
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* produção da Casa das Artes
Filme
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* produção da Casa das Artes

Sala de exibições:
Pequeno auditório
Casa das Artes de V. N. de Famalicão
Parque de Sinçães - V. N. de Famalicão

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Close-up – Observatório de Cinema de Vila Nova de Famalicão [*]

Episódio 1.1 – 13 e 14 de Janeiro

Nos últimos dias de Outubro passado projetou-se o 1.º episódio do Close-up – Observatório de Cinema de Vila Nova de Famalicão com 25 sessões comentadas de cinema contemporâneo e com trilhos pela história do Cinema, dispostas em oito secções (ver www.closeup.pt), incluindo sessões para escolas e para famílias.

Nos dias 13 e 14 de Janeiro dispõe-se a primeira réplica do Observatório de Cinema, que pretendemos intervaladas de dois meses, incluindo a realização de duas sessões para escolas, com uma extensão do Cinanima (na sua 40.ª edição) para o pré-escolar e 1.º ciclo (13.Jan, 10h00) e a exibição de The Kid, um incontornável Chaplin, para os alunos do 2.º e 3.º ciclos (13.Jan, 15h00).

Para o público geral, voltamos a duas secções: A Toca do Lobo, comentado pela cineasta Catarina Mourão, da secção Fantasia Lusitana, percursos e reencontros de histórias de família (14.Jan, 21h45); uma sessão dupla a fechar o programa dedicado ao pernambucano Gabriel Mascaro, da secção Cinema Mundo, com a exibição dos documentários, com comentário social, Um Lugar ao Sol e Doméstica (13.Jan, 21h45). 

 [*] O Close-up – Observatório de Cinema de Vila Nova de Famalicão é uma produção da Casa das Artes e do Município de Vila Nova de Famalicão. O Cineclube de Joane é um dos parceiros.
Mais informações em
casadasartes.org e closeup.pt 

13.Jan – 21h45  – Um Lugar ao Sol + Doméstica de Gabriel Mascaro (secção Cinema Mundo)

UM LUGAR AO SOL (Documentário, Brasil, 2009, 66 min.) O documentário aborda o universo dos moradores de coberturas de prédio das cidades de Recife, Rio de Janeiro e São Paulo. O realizador obteve acesso aos moradores das coberturas através de um curioso livro que mapeia a elite e pessoas influentes da sociedade brasileira. No livro são catalogados 125 donos de cobertura. Destes 125, apenas 9 concederam entrevistas. Através dos depoimentos dos moradores de cobertura, o filme traz um rico debate sobre desejo, visibilidade, insegurança, estatuto e poder, e constrói um discurso sensorial sobre o paradigma arquitectónico e social brasileiro.

DOMÉSTICA (Documentário, Brasil, 2012, 75 min.) Sete adolescentes assumem a missão de registar por uma semana a sua empregada doméstica e entregar o material bruto para o diretor realizar um filme com essas imagens. Entre o choque da intimidade, as relações de poder e a performance do quotidiano, o filme lança um olhar contemporâneo sobre o trabalho doméstico no ambiente familiar e transforma-se num potente ensaio sobre afecto e trabalho.

14.Jan – 21h45  – A Toca do Lobo de Catarina Mourão – sessão comentada por Catarina Mourão (secção Fantasia Lusitana)  _ Documentário / Ficção, 2015, 102 min

Catarina Mourão tem-se afirmado como um dos olhares mais delicados do cinema português. Depois de “Pelas Sombras”, um retrato da artista Lourdes Castro, a realizadora centra-se agora numa outra figura da vida cultural portuguesa: o escritor e seu avô Tomaz de Figueiredo. Um olhar que abre as portas secretas de uma vida que deixou apenas o seu trabalho para a memória dos seus filhos e dos seus netos, tal como de uma família que se viu separada pela sua morte e marcada pelo dia-a-dia de um país ditatorial – um país duramente percorrido por quem escreveu sobre ele. Na sua antiga casa, vivem os segredos e os acontecimentos que nos falam, hoje, por um quarto fechado à chave – um quarto aberto pela câmara da realizadora e pelo movimento deste filme: a nossa intimidade. O momento decisivo para a sua realização aconteceu com a descoberta de um programa de televisão nos arquivos da RTP sobre Tomaz de Figueiredo, que ela nunca conheceu mas que parece falar-lhe directamente. "Aí foi o momento em que eu disse: este filme tem de ser sobre o meu avô. Porque senti que, de uma forma quase fantasmagórica, ele me estava a convocar para fazer este filme. Na história, narrada na primeira pessoa pela realizadora, "passado, presente e futuro estão todos juntos ali como se fossem um só", resume.

Bilheteira: 2 euros, 1 euro com cartão quadrilátero

Entrada Livre: Estudantes, Associados de Cineclubes e Seniores (maiores de 65 anos)

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