As sessões realizam-se no Pequeno auditório da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão. Os bilhetes são disponibilizados no próprio dia, 30 minutos antes do início das mesmas.
Jong-soo reencontra casualmente Hae-mi, uma amiga de infância que, prestes a fazer uma viagem a África, lhe pede para cuidar do gato durante a sua ausência. Ao regressar, já no aeroporto, ela apresenta-lhe Ben, com quem se envolveu romanticamente durante a viagem e que decidiu segui-la. Entre os dois homens surge uma relação ambígua, com tanto de fascínio como de rivalidade, que assume novas proporções quando o forasteiro confessa o seu estranho prazer.
Tel Aviv, Israel. Michael e Daphna recebem a notícia de que o filho, soldado das forças armadas, morreu durante um conflito. As autoridades israelitas recusam-se a dar detalhes do sucedido. Entretanto, vêm a perceber que os oficiais se enganaram. Zangado com o equívoco, Michael exige que as forças armadas façam o filho regressar a casa.
Realizado pelo conhecido crítico e historiador de cinema Mark Cousins, este documentário é uma viagem ao universo pictórico de Orson Welles (1915 – 1985), o lendário realizador de “Citizen Kane - O Mundo a Seus Pés” (1941), “O Estrangeiro” (1940), “O Terceiro Homem” (1949), “O Génio do Mal” (1959), “O Processo” (1962), “As Badaladas da Meia-Noite” (1965) ou “F for Fake” (1973), entre outros. Desenhos, pinturas e trabalhos inéditos são agora mostrados graças a Beatrice Welles, filha do realizador com a actriz e aristocrata italiana Paola Mori. É o segundo documentário de 2018 sobre o realizador, a par de “Amar-me-ão Quando Eu Morrer”, de Morgan Neville, lançado em conjunto com o recém-finalizado “O Outro Lado do Vento”.
Viver a vida seguindo as suas próprias regras é o lema de Moondog, um escritor excêntrico e de espírito livre. Apesar de constantemente sob efeito de drogas ou álcool, nunca perde a sua postura de bem com a vida e com todos à sua volta. A sustentar os seus vícios está Minnie, a mulher, uma milionária que, ao contrário da filha de ambos, pouco se importa com a sua forma de estar.
O que moveu os fundadores foi a promoção do cinema, a vontade de dar a conhecer todos os espectros, geográficos e estilísticos, possibilitar o conhecimento da história do Cinema. Quem se lembraria de fundar um cineclube numa vila de um concelho, que embora fosse populoso não tinha um público cinéfilo? Para saber mais consulte o arquivo abaixo.
Os ficheiros estão disponiveis através dos documentos Google, e podem ser livremente descarregados em vários formatos.
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