As sessões realizam-se no Pequeno auditório da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão. Os bilhetes são disponibilizados no próprio dia, 30 minutos antes do início das mesmas.
Anne (Léa Drucke) é uma advogada experiente e bem-sucedida que tem em mãos um caso de uma menor vítima de abuso sexual. Tem um casamento feliz com Pierre, com quem tem duas filhas adoptivas. A sua vida, até aí tranquila e confortável, é virada do avesso quando Theo (Samuel Kircher), o filho adolescente que Pierre teve no primeiro casamento, se muda para sua casa. A convivência natural entre Anne e o insinuante Theo vai-se estreitando aos poucos, até dar lugar a um desejo descontrolado que, inevitavelmente, culminará com a destruição daquela família. Com realização de Catherine Breillat – dez anos depois de “Abus de Faiblesse”, com Isabelle Huppert e Kool Shen –, um drama sobre culpa, abuso de poder e manipulação que readapta o filme “Rainha de Copas”, realizado em 2019 pela dinamarquesa May el-Toukhy.
O método deste assassino profissional (interpretado por Michael Fassbender) é simples e preciso: nunca improvisa, não confia em ninguém, rejeita qualquer sinal de empatia e compromete-se apenas com as missões para as quais foi pago. Enquanto cumpre estas regras à risca, tudo lhe corre de feição. Até ao dia em que comete um erro que o transforma de predador em presa. Seleccionado para competir na 80.ª edição do Festival de Cinema de Veneza, um "thriller" assinado por David Fincher ("Clube de Combate", "Seven - 7 Pecados Mortais", "A Rede Social", “Em Parte Incerta”), inspirado na novela gráfica homónima escrita por Alexis "Matz" Nolent e ilustrada por Luc Jacamon. Para além de Fassbender como protagonista, o elenco inclui ainda Tilda Swinton, Charles Parnell e Sophie Charlotte.
Há muitas maneiras de pensar em Fernando Pessoa e nos seus múltiplos heterónimos, mas é preciso chegar Edgar Pêra para os pôr todos a jogar aos matraquilhos uns com os outros. Não só isso, como os põe a todos como amanuenses do seu criador, vestidos de igual, identificados por dísticos nos casacos e trabalhando numa editora que está a preparar o n.º 23 da revista Orpheu. Projecto de longa gestação, este “néon-noir” literário foi escrito com Luísa Costa Gomes e ancora- se na ideia dos heterónimos para brincar com os códigos do cinema de género e da série B, passados pelo particular sistema de filtros psicotrópicos de Pêra (mesmo que, aqui, muito mais controlados do que lhe é habitual). Neste universo paralelo construído a partir da obra pessoana, o “verdadeiro” poeta, encarnado pelo actor Miguel Borges, dirige a tal casa editora que é também uma “produtora de conteúdos” assinados pelos seus heterónimos em longas filas de secretárias, com um departamento de cinema gerido por Álvaro de Campos (a Ecce Film, de facto uma ideia de Pessoa que até teve um logótipo). Para além de Borges a dar vida ao protagonista, o elenco conta ainda com as actuações de Victoria Guerra, Paulo Pires e Albano Jerónimo.
Fumiko vive um casamento infeliz. O seu único consolo são os seus dois filhos e um clube de poesia que revela ser a sua principal escapatória, permitindo visitas à cidade. Aí encontra Taku Hori, o marido da sua amiga Kinuko que, como ela, escreve poemas. Ela sente-se cada vez mais atraída por ele, porém Fumiko é diagnosticada com cancro da mama. Enquanto os seus poemas são publicados, ela sujeita-se a passar por uma mastectomia. A jovem mulher descobre, então, a paixão por um jornalista que vem visitá-la ao hospital.
O que moveu os fundadores foi a promoção do cinema, a vontade de dar a conhecer todos os espectros, geográficos e estilísticos, possibilitar o conhecimento da história do Cinema. Quem se lembraria de fundar um cineclube numa vila de um concelho, que embora fosse populoso não tinha um público cinéfilo? Para saber mais consulte o arquivo abaixo.
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