As sessões realizam-se no Pequeno auditório da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão. Os bilhetes são disponibilizados no próprio dia, 30 minutos antes do início das mesmas.
Laura chega à cidade do Entroncamento decidida a largar o passado e começar de novo. Em pouco tempo consegue trabalho e agarra-se à esperança de se manter longe de problemas. Mas, dividida entre um percurso honesto e a tentação do dinheiro fácil, acaba por ser enredada num ambiente onde a criminalidade e a violência parecem fazer parte da normalidade. Com interpretações de Rafael Morais, Ana Vilaça, Tiago Costa, Luís Filipe Eusébio, Ivo Arroja, Carlos Carvalho, Cleo Diára, Sérgio Coragem, André Simões e Henrique Barbosa, Entroncamento é realizado por Pedro Cabeleira ("Verão Danado", menção especial no Festival de Locarno em 2017), que assina também o argumento em colaboração com Diogo S. Figueira.
Nino é diagnosticado com um cancro. Daqui a três dias, ele enfrentará o seu maior desafio, o início do tratamento. Porém, antes disso, os seus médicos atribuem-lhe duas tarefas vitais. Duas missões que levarão este jovem adulto numa viagem por Paris, forçando-o a reconectar-se com o mundo – e consigo próprio. Nos Prémios César, do Cinema Francês, Nino venceu nas categorias de Melhor Primeiro Filme e Melhor Revelação Masculina, que reconheceu o trabalho do ator Théodore Pellerin.
No dia 8 de Fevereiro de 1977, Tony Kiritsis dirigiu-se à Meridian Mortgage Company, em Indianápolis (EUA), para se reunir com M.L. Hall, o presidente da empresa. À chegada, encontrou Richard Hall, o filho do empresário, que o informou que o pai estava de férias. Sentindo-se vítima de fraude na compra de terrenos, Kiritsis tomou Richard como refém, prendeu-lhe uma caçadeira ao pescoço e montou um mecanismo de “dead man’s switch”, pronto a disparar caso alguém decidisse intervir. Alegando ter sido enganado pela família Hall, exigiu um pedido público de desculpas, cinco milhões de dólares para cobrir os prejuízos e total imunidade pelo seu acto. O que começou como um gesto de puro desespero transformou-se num verdadeiro caso de polícia, acompanhado em directo pelos média durante quase três dias, numa escalada de tensão que lançou o debate sobre as leis criadas para beneficiar os mais ricos e poderosos. Realizado por Gus Van Sant e escrito por Austin Kolodney, com consultoria histórica de Alan Berry e Mark Enochs — que colaboraram no documentário “Dead Man’s Line” (2018) sobre os mesmos acontecimentos —, o filme é protagonizado por Bill Skarsgård no papel de Kiritsis, ao lado de Dacre Montgomery, Cary Elwes, Myha'la, Colman Domingo e Al Pacino.
Realizado pelo cineasta chinês Wang Bing – também responsável por “A Fossa” (2010), “Três Irmãs” (2012) e “Almas Mortas” (2018) –, este documentário, estreado no Festival de Veneza, divide-se em três partes e retrata as dificuldades enfrentadas por jovens de várias zonas rurais da China que se mudam para Zhili, a 150 quilómetros de Pequim, para trabalharem em fábricas têxteis. “Juventude - Regresso a Casa”, o último capítulo, segue o regresso deles às suas terras natais para celebrar o Ano Novo Chinês. No final das festividades, confrontam-se com um dilema: permanecer na aldeia e levar uma vida simples ou regressar às fábricas, aceitando tudo o que os espera.
O que moveu os fundadores foi a promoção do cinema, a vontade de dar a conhecer todos os espectros, geográficos e estilísticos, possibilitar o conhecimento da história do Cinema. Quem se lembraria de fundar um cineclube numa vila de um concelho, que embora fosse populoso não tinha um público cinéfilo? Para saber mais consulte o arquivo abaixo.
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