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PROGRAMAÇÃO: Maio 2018

Filme
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3
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Craig Gillespie

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Marco Bellocchio

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17
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Laís Bodanzky
* TRAZ OUTRO AMIGO TAMBÉM

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MAI
24
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Sharunas Bartas

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Jorge Cramez


Sala de exibições:
Pequeno auditório
Casa das Artes de V. N. de Famalicão
Parque de Sinçães - V. N. de Famalicão


Close-up – Observatório de Cinema
Produção da Casa das Artes e do Municipio de Famalicão.

Filme
MAI
19
Foto
* 15h00 + 17h30
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GEADA, de Sharunas Bartas

Sinopse

Rokas e Inga são um casal lituano que se voluntaria para levar um camião de ajuda humanitária até à bacia do Donets, no extremo leste da Ucrânia. No percurso, vão conhecer várias pessoas. Entre elas estão alguns repórteres de guerra que os ajudarão a compreender o verdadeiro significado do conflito entre as forças separatistas .

Estreado no Festival de Cinema de Cannes, um filme dramático realizado pelo lituano Sharunas Bartas ("Três Dias", "Corredor", "Freedom"). Conta com a participação dos actores Mantas Janciauskas, Lyja Maknaviciute, Andrzej Chyra e Vanessa Paradis. Seleccionado para a Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes.

Download do Dossier

Ficha Técnica

Título original: Frost (Polónia / Lituânia / França /Ucrânia, 2017, 132 min.)
Realização: Sharunas Bartas
Interpretação: Andrzej Chyra, Mantas Janciauskas, Lyja Maknaviciute
Argumento: Sharunas Bartas, Anna Cohen Yanay
Fotografia: Eitvydas Doskus
Montagem: Dounia Sichov
Distribuição: Leopardo Filmes
Estreia: 2 de Março de 2018
Classificação: M/14

Um grande filme para pensar a Europa
João Lopes, DN

Foi um dos filmes maiores de Cannes/2017, surgindo agora, no contexto português, como a primeira grande estreia de 2018. O cineasta lituano Sharunas Bartas encena a odisseia de dois jovens lituanos, Rokas (Mantas Janciauskas) e Inga (Lyja Maknaviciute), que se oferecem para transportar ajuda humanitária até à Ucrânia.

Para além dos perturbantes sinais de guerra que vão encontrando, dir-se-ia que a instabilidade do território percorrido os leva a questionar o próprio mapa - geográfico, afetivo e simbólico - que lhes serve de referência.

No limite, este é um filme sobre a dificuldade de entender a palavra "Europa" num contexto em que se baralha a nitidez da sua memória, ao mesmo tempo que se contemplam os silêncios do seu futuro - filme pedagógico e político, numa palavra, de genuínas emoções.

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